segunda-feira, 9 de junho de 2014

Resenha:

A estrela que nunca ira se apagar.


Muitas pessoas já leram os famosos livros do autor John Green (A Culpa é das Estrelas). Muitos não sabem que a vida de Hazel Grace, na verdade, foi inspirada na vida de Esther Grace, uma amiga de John Green que passou uma parte da sua vida batalhando contra o câncer. John Green conheceu a amiga em uma conferência em 2009 para fãs de Harry Potter. Esther era fã de Harry Potter e dos vídeos que John fazia junto ao seu irmão

Edição

A intrínseca fez uma ótima edição do livro, não sei se é igual a original, dos EUA. Mas, sendo ou não, está lindíssima, e o livro consegue transmitir todo tipo de felicidade ao passar as páginas, de forma que o leitor consegue sentir, junto com a narrativa, tudo que a história queria passar.

O Câncer
Esther Grace foi diagnosticada em dezembro de 2006 com carcinoma papilar da tireoide, já com metástases no pulmão. Com o tumor nos pulmões, ela precisou usar tubos de oxigênio para auxiliar na respiração, ficando assim cada vez de se locomover. Esther conquistou diversos amigos através do seu canal no Youtube chamado “cookie4monster4″, criado no final de 2008. Através da criação do canal, Esther conseguiu chamar a atenção da autora J.K. Rowling que mandou um desenho para ela do Chapéu Seletor, com os dizeres: “To Esther, with love and best wishes always – Jo” (Para Esther, com amor e muitas felicidades sempre – Jo).

A Felicidade
Uma das coisas que eu mais gostei não só no livro, mas em Esther, é a felicidade que ela tinha ou buscava ter, mesmo sabendo da doença que tinha, mesmo com todas as lutas, ela era simples e feliz, pude abrir os olhos para a minha vida pessoal e observar quantas coisas bonitas e felizes existem nela sem que eu tenha dado conta em algum momento.

Você chorou com A Culpa é das Estrelas? Hahahaha
Isso nunca aconteceu antes, eu recebi o livro, tirei-o da caixa e segurei, olhei para foto de Esther que estampava a capa, fiquei pensando no assunto (já havia lido sobre o livro e sobre sua vida antes), fiquei emocionada sem ao menos ter lido a primeira página do livro, só em ver o sorriso de Esther, a felicidade dela. Antes da página 70, lá estava eu, emocionada novamente. Incrível pra mim. Foi algo espontâneo, já que eu nunca consegui chorar com um livro.
(Nossa, eu já falei tanto da felicidade dela que vocês vão achar que eu sou uma pessoa carente ou algo do tipo rs)

A História
No livro temos vários pontos de vistas, dos pais, da própria Esther (em seu diário), dos médicos… Como digo antes, acompanhamos os passos do tratamento e a luta de Esther Grace acompanhamos ela no hospital, em casa, no restaurante comendo lagosta :D (aliás, Esther adorava usar essas “carinhas”, no livro tem uma página só disso). Eu não achei o livro chato, achei algo bem suave, mesmo se tratando de um assunto complicado e sensível.

Vale a pena?
Olha, se você é fã de A Culpa é das Estrelas, vale muito, muito mesmo. Se você nunca leu A Culpa é das Estrelas vale mais ainda, a história de Esther é incrível – não que a morte dela seja algo “incrível”, é algo triste, mas ao decorrer disso, aprendemos muitas coisas (pelo menos eu). É um tipo de livro que: Você precisa ler para se sentir bem, posso dizer, “reativar suas emoções”.

Infelizmente Esther Grace não chegou a assistir os últimos filmes da Saga Harry Potter. John Green diz que a pessoa que ele mais queria que lesse o livro, não o fez. =/


“Esther era uma pessoa incomum, e conhecê-la me lembrou de como os adolescentes podem ser introspectivos e ao mesmo tempo ter uma empatia estonteante. Pensar sobre essas qualidades me deu uma nova visão dessa história, que tentei escrever por 10 anos. É importante dizer que Esther era muito diferente de Hazel e que eu certamente não quis me apropriar da história dela. Mas eu jamais poderia ter escrito este livro se não a tivesse conhecido. Ela inspirou cada palavra.”
John Green







domingo, 8 de junho de 2014

Garotas de Vidro -Laurie Halse Anderson


   Em uma noite animada de férias de final de ano, sob a luz da lua e na companhia da sua melhor amiga Cassie, tudo o que Lia desejou era poder ser a garota mais magra da escola – não a mais popular, ou muito menos a mais bonita, apenas a mais magra entre elas, somente a mais magra entre todas as jovens de seu colégio. O que pareceu uma promessa boba e infantil virou o mantra dessas garotas, que perdidas em relacionamentos familiares complicados e confusos, encontraram uma na outra, e em suas metas e sonhos utópicos de magreza, o refúgio de uma amizade que aceita, apoia e nunca abandona... pelo menos não até Cassie ser encontrada sozinha e morta em um quarto de motel. A morte da jovem abalou todos ao seu redor ao expor duramente a gravidade de seu antigo estado, fato que chocou seus pais, colocou a prova o verdadeiro nível de amizade dos que estavam ao seu redor e principalmente, aumentou o volume das vozes que surravam no ouvido de Lia: A Cassie pediu ajuda e você não ouviu!

“Nós nos transformamos nas garotas geladas e, quando ela tentou ir embora, eu a puxei de volta para a neve porque estava com medo de ficar sozinha.”

   A história é narrada do ponto de vista de Lia a partir da morte de Cassie, assim mergulhamos na atual vida da protagonista ao mesmo tempo em que, de acordo com suas alterações de humor, vamos desvendando seu passado por meio da menção de algumas de suas memórias, e são com essas lembranças que o mistério da morte da Cassie vai ganhando cara e nome, permitindo que o livro tome um caráter angustiante, doloroso e real em demasia. Delinquência, imprudência, drogas, descaso, solidão, anorexia, bulimia, autoflagelação, palavras que são fáceis de descrevermos separadamente, mas tente juntá-las em uma única palavra, tente imaginar tudo isso preso e enraizado em um coração angustiado e perdido – Que nome você daria a esse monstro? Nesse ponto o que realmente aconteceu com Cassie fica em segundo, pois o que importa é o motivo que levou a jovem a ter esse fim, desfecho que parece rondar também o futuro de Lia e que por isso, obscurece o livro de tal forma que é impossível não se sentir possuído e dominado pela escuridão que domina essas jovens.

“Escute os sussurros que se enrolam na sua cabeça à noite, te chamando de feia e gorda e vaca e biscate e o pior de tudo: “uma decepção”. (...) Olhe no espelho e veja um fantasma. Escute cada batida do seu coração gritar que tudoabsolutamentetudo está errado com você. “Por quê?” é a pergunta errada. Pergunte “Por que não?.”

   Lia conta às calorias de tudo o que come, e a autora não diz isso, demonstra; Lia se olha no espelho e vê uma jovem gorda, feia, estúpida, burra, mas a autora não fala isso, ela escreve e escreve e escreve até que não existam dúvidas do que a jovem vê no espelho; Lia se corta para sentir a dor e a opressão esvair de seu corpo, só que a autora não cita isso, ela conta como se ela já tivesse passado por isso; Lia toca suas costelas e só vê banha; Lia deseja um pedaço de chocolate, um delicioso pedaço de bolo, uma suculenta bocada de pizza, mas ela é forte, ela não precisa disso, ser vazia é ter poder, vencer a fome é ter poder, e sabe como eu sei disso? Porque eu mergulhei na mente de Lia, eu li sobre a sua paranoia, sobre o seu medo, sobre seus erros e sobre a sua doença, e isso tudo porque a autora foi inteligente e talentosa o suficiente para descrever o estado de Lia e não apenas citar sobre ele. Mas aí vocês me perguntam: Tá Pah, mas qual é a diferença? A diferença está em dizer – Ei, sabe aquela blogueira do Rio Grande do Sul que morreu de anorexia? Aquela de vinte e um anos que tinha vários seguidores nas redes sociais! Pois é, tão bonita e magra morreu porque quis, ou dizer – Trágico ver que uma escolha ruim a levou a um estado de doença tão forte, trágico ver uma jovem perder a vida por não ter tido alguém que a ajudasse, que a ouvisse, que a indicasse um caminho para se tratar, trágico ver que ela podia ter tudo, que ela tinha escolha, mas não tinha ninguém para auxiliá-la a seguir outros rumos.

Eu não deveria. Não posso. Não mereço. Sou uma gorda gigante e tenho nojo de mim mesma. Eu já ocupo espaço demais. Sou uma hipócrita feia e malvada. Sou um problema. Sou um lixo. Quero dormir e não acordar, mas não quero morrer. Quero comer como uma pessoa normal, mas preciso ver os meus ossos ou vou me odiar ainda mais...”

   Sentiram a diferença? Nada do que eu já havia lido tornou os distúrbios psicológicos 
(alimentares, fisiológicos e afins) descritos nesse livro tão reais como esses me parecem agora, é como se meus olhos tivessem sido abertos para a dor que aflige quem passa por isso, ou seja, esse não é um livro fácil, leve e calmo. Perdi o sono, fiquei incomodada, me senti conturbada e chorei como uma criança. Minha única ressalva é que existe um aspecto fantasioso presente na trama, algo ligado à forma como Lia vê a realidade ao seu redor que me incomodou, de início me pareceu óbvio tal desvio da realidade, mas no final a autora dá outra explicação para isso fazendo parecer que esse aspecto psicológico não é característico de todos os jovens com anorexia, mas apenas de Lia, o que me pareceu contraditório de certa maneira.
Em todo caso, o livro é incrivelmente sufocante e esclarecedor. Mais uma obra da autora que me surpreendeu e me deu um banho de água fria ao retratar com tanta clareza a realidade de inúmeros jovens espalhados pelo mundo.


quinta-feira, 5 de junho de 2014

                     
  Okay?Okay.

               Hoje estreia o filme “A culpa é das estrelas”,história baseada no livro de John Green!!!
      


    De partir o coração. Eis uma frase que define bem a adaptação da obra do escritor John Green 'A culpa é das estrelas'. Com mais de dois milhões de livros vendidos, o filme dirigido por Josh Boone tinha tudo para ser mais uma produção clichê e piegas com o intuito de atingir jovens apaixonados. A obra que estreia na próxima semana nos cinemas brasileiros, conta a história do casal Hazel Grace e Augustus Waters, dois adolescentes vítimas de câncer que se apaixonam perdidamente. A produção, que mereceu destaque nas telonas, é protagonizada pela nova queridinha de Hollywood, Shailene Woodley e por Ansel Elgort ('Carrie - A estranha'). A película assusta pela quantidade de cenas emocionantes e pela química do casal de atores, que também estrelou a ficção científica 'Divergente' .

   John Green não só acertou em cheio ao escolher o gênero da narrativa de 'A culpa é das estrelas' como também teve sorte em ter o cienasta Josh Boone dirigindo a adaptação da sua obra. Assim como no livro, Hazel Grace narra a própria história desde a descoberta da doença, que aconteceu quando ela tinha apenas 13 anos.

   Apesar da grande carga de emoção em cada cena, 'A culpa é das estrelas' obteve sucesso na construção do roteiro. Longe de conter sequências constrangedoras e apelativas entre o casal protagonista, a produção soube equilibrar a sensibilidade ao tratar dos diálogos relacionados à doença, além do destaque para a bela fotografia. A escolha do elenco também não fica para trás. O filme conta com Willem Dafoe ('O Homem-Aranha 1 e 2') e Lotte Verbeek ('Nothing Personal'). 



 Resenha: de a culpa é das estrelas


    As palavras de Shakespeare parecem perfeitas, mas não para os personagens de John Green. Para ele, nem todos são responsáveis por seus próprios sofrimentos, apenas tiveram muito, muito azar. E essa é a história de Hazel e Augustus…
“As marcas que os seres humanos deixam são, com frequência, cicatrizes.”
    Hazel Grace – Só Hazel, por favor! – tem 16 anos e há 3 luta contra um câncer terminal que, apesar de encolhendo, não lhe dará mais que alguns anos de vida. Ela abandonou a escola há algum tempo e passa as tardes assistindo America’s Next Top Model, o que não quer dizer que ela seja totalmente infeliz.
    A verdade é que Hazel há muito tempo aceitou seu destino, e a única coisa que a deixa preocupada, magoada e, principalmente, culpada, é a forma como seus pais precisam encarar esse grande desafio.
“Aparentemente, o mundo não é uma fábrica de realização de desejos.”
   As coisas começam a mudar em sua vida quando, por insistência da mãe, ela vai à reunião de um grupo de apoio para jovens com câncer. Não era sua primeira vez, claro. Já estava acostumada com o ambiente meio esquisito e o discurso otimista, mesmo para os que não tinham mais chances… Mas era a primeira vez de Augustus Waters.
   Gus é lindo e tem sua própria cota de sofrimento, tendo perdido uma perna por conta do câncer. Ele é amigo de Isaac, um menino cego com quem Hazel dividia suspiros irônicos durantes as reuniões, e acaba se aproximando da menina. E é claro que daí nasce um relacionamento bastante real, com aspectos dramáticos e muitos momentos fofos.
“- Talvez você queira falar de seus medos para o grupo.
- Meus medos?
- É.
- Eu tenho medo de ser esquecido.”
   Uma das coisas que a menina mais ama na vida é um livro chamado “Uma Aflição Imperial”, que termina no meio de uma frase, deixando muitas questões em aberto. Hazel sonha em descobrir o que aconteceu – só assim sua vida poderia seguir completa. Mas o autor nunca respondeu nenhuma de suas cartas.
“Você precisa escolher as causas pelas quais vai lutar nesse mundo.”
   Com um empurrãozinho da doença, Gus e Hazel acabam em uma aventura meio surpreendente [e essa é a parte que achei menos crível do livro] para encontrar Peter Van Houten, o autor. E essa é só uma das várias reviravoltas da história, que acabou me prendendo durante cada página, até o fim.
   Hazel é forte (ou finge muito bem), preocupada com os outros mais do que consigo mesma, com um humor ácido e ótimas doses de ironia. Gus é inteligente e muito cativante, tornando as interações ainda mais bacanas. Sem contar o humor negro que permeia muitas partes da narrativa.



Feito por fãns


Helesanbimalena :)
            


                                                                                     




segunda-feira, 2 de junho de 2014

 "Eu juro solenemente que não irei fazer nada de bom." 


Os Srs. Aluado, Rabicho, Almofadinha e Pontas,
Fornecedores de recursos para feiticeiros malfeitores,
Têm a honra de apresentar
O MAPA DO MAROTO

  
   
Mapa mostra a localização exata de cada pessoa dentro de Hogwarts.Porem iremos apenas dar um breve resumo de todos os livros da saga mais famosa do mundo.Escrita por J.K Rowling.


Harry Potter e a pedra filosofal.




   No livro de estréia da série, Harry Potter, que vive sob o teto e a humilhação dos tios, descobre, aos 11 anos, que é filho de pais bruxos, mortos pelo Lord Voldemort, e que foi o único a sobreviver ao vilão. Harry ingressa na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, onde conhece Rony e Hermione, amigos que passarão por vários perigos junto dele a fim de impedir que a Pedra Filosofal caia nas mãos do Lorde das Trevas, o que permitiria que recuperasse seus poderes e se tornasse imortal.



Harry Potter e a câmara secreta.



   Em seu segundo ano na Escola de Magia e Bruxaria, Harry Potter descobre ser ofidioglota, característica rara entre os bruxos, o que levanta suspeitas sobre se não teria sido ele que abriu a Câmara Secreta, que guarda um  terrível monstro o Basilisco. Manipulada por Voldemort através de um diário colocado junto a suas coisas por Lúcio Malfoy, seguidor do Lorde das Trevas, Gina Weasley, irmã de Rony, é capturada e levada à Câmara - e somente Harry pode salvá-la.


Harry Potter e o prisioneiro de azkaban.


   Agora com 13 anos, Harry Potter torna-se mais rebelde, desafiando os tios e os professores. Nas aulas com o professor Remo Lupin, ele aprende como enfrentar os terríveis dementadores, que se alimentam da alma das pessoas, e são os guardiãos da prisão de Azkaban, de onde fugiu Sirius Black, susposto traidor de Tiago e Lílian, pais de Potter, que os teria entregue a Voldemort. Mas Sirius escapou justamente para se aproximar de Harry e esclarecer quem era o verdadeiro traidor.


Harry Potter e Cálice de fogo.



   No quarto ano em Hogwarts, Harry Potter, embora ainda sem idade suficiente, é misteriosamente selecionado pelo Cálice de Fogo para competir no arriscado Torneio Tribruxo, representando sua escola, além de Cedrico Diggory, contra outras duas. Após cumprir bem os dois primeiros desafios, Harry descobre, ao tocar na taça com Cedrico, que ela era um botão de transporte que o leva para um cemitério onde presencia a morte do amigo e o retorno de Voldemort através de seu sangue.


Harry Potter  e a Ordem da fênix.




   O Ministério da Magia intervem em Hogwarts, não acreditando no retorno de Voldemort propalado por Harry Potter e Dumbledore - fundador da Ordem da Fênix, que combate o Lorde das Trevas. Indicada pelo Ministério como professora de Defesa contra as Artes das Trevas, Dolores Umbrigde, proíbe a matéria para alunos mais novos, levando Harry a fundar a Armada de Dumbledore, para ensiná-los a se defenderem do vilão e seus Comensais. Na batalha, Potter perderá uma pessoa querida.



Harry Potter e Enigma do príncipe.



   Dumbledore passa a dar aulas particulares a Harry Potter e lhe mostra na penseira ? bacia de pedra para estocar lembranças - fatos que confirmam a busca de Voldemort pela imortalidade através das Horcruxes, objetos criados para guardar parte da alma. Com Hogwarts invadida pelos Comensais, Potter presencia o assassinato de alguém importante para ele e a escola. Junto de Rony e Hermione, Harry parte para destruir todas as Horcruxes do vilão, tornando-o mortal.
Harry Potter e as relíquias da morte.



   Voldemort está cada vez mais forte e Harry Potter precisa encontrar e aniquilar as Horcruxes para enfraquecer o Lorde das Trevas e poder enfrentá-lo. Nessa busca desenfreada, contando apenas com os leais amigos Rony e Hermione, Harry descobre as Relíquias da Morte, que serão úteis na batalha do bem contra o mal. Ação eletrizante conduzida com maestria por J. K. Rowling, concluindo os passos de herói de Harry Potter na maior saga bruxa de todos os tempos.


Quadribol Através dos Séculos


   J. K. Rowling, atendendo aos apelos dos leitores da série Harry Potter, escreveu, sob o pseudônimo de Kennilworthy Whisp, o livro Quadribol através dos séculos, um histórico completo sobre o jogo quadribol, desde a origem até o presente século, as modificações ocorridas no esporte, descrição do times e sua difusão pelo mundo.

Animais Fantásticos e Onde Habitam




   Animais fantásticos e onde habitam foi escrito sob o pseudônimo de Newt Scamander e tem prefácio do sábio Alvo Dumbledore. Ao livro, adotado pelos professores da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e considerado uma obra-prima, atribui-se a responsabilidade pelo bons resultados dos alunos nos exames de Trato das Criaturas Mágicas. E a obra não é recomendada só para estudantes. "Nenhuma casa bruxa está completa se não possuir um exemplar." Trata-se de um guia com mais de 80 espécies de animais e seus respectivos hábitos, costumes e origem. Este exemplar lançado no mundo dos trouxas (não-bruxos) é uma duplicata do Animais fantásticos e onde habitam de Harry Potter, editado, inclusive, com notas informativas que ele e seus amigos fizeram à margem das páginas.



Os Contos de Beedle, o Bardo



   Coletânea de contos de fadas dos bruxos, Os contos de Beedle, o Bardo traz histórias curiosas sobre o passado de Hogwarts e nomes já conhecidos dos fãs da série Harry Potter, que conquistou uma legião fiel de leitores ao redor do mundo. Com introdução, notas e comentários de Alvo Dumbledore, o livro - citado em Harry Potter e as Relíquias da Morte como herança deixada pelo mestre para a aplicada Hermione Granger - reúne cinco textos escritos e ilustrados por J. K. Rowling. Mais um mergulho num mundo de magia e fantasia que os fãs não podem perder.


O que o livro nos mostrou?




Queridos,Harry,Rony e Hermione,obrigada por mostrarem ao Mundo o poder da amizade verdadeira.

“A história que amamos nunca termina. Se você voltar às páginas ou olhar para a tela novamente, Hogwarts estará lá para te receber de braços abertos.”
J.K Rowling


Você mudou nossa infância Harry,obrigado por tudo.
Seus Fãs.

P.S: Caro Sr.Potter ,já estamos com saudades!!!

Ops! Estávamos esquecendo da palavrinha Magica :
Malfeito Feito!



domingo, 25 de maio de 2014

Feliz dia do orgulho nerd!!!!!!!!



O Dia do Orgulho Nerd, ou Dia do Orgulho Geek, é uma iniciativa que advoga o direito de toda pessoa ser um nerd ou um geek, e para promover a cultura nerd/geek, comemorado em 25 de maio.
A data foi escolhida como para comemorar a première do primeiro filme da série Star Wars, o Episódio IV: Uma Nova Esperança, em 25 de maio de 1977 (ver Dia de Star Wars), mas divide o mesmo dia como dois outros "feriados" de fãs semelhantes: o Dia da Toalha, para os fãs da "trilogia" O Guia do Mochileiro das Galáxias, em homenagem ao seu escritor Douglas Adams, e o Glorioso 25 de Maio para os fãs da série Discworld, em homenagem ao seu escritor Terry Pratchett.
A iniciativa teve origem na Espanha em 2006 com o "Dia del Orgullo Friki" , e se espalhou pelo mundo através da internet.




Hoje vamos homenagear o nosso nerd e escritor favorito
John Green



John Green nasceu em Indianápolis, filho de Mike e Sydney Green , mas a família dele se mudou 3 semanas depois de seu nascimento para Orlando, Florida. Ele frequentou a "Lake Highland Preparatory School" e depois a "Indian Springs School" (escola usada como cenário do livro Quem é você, Alasca) e se formou pelo Kenyon Collegeem 2000 com diploma duplo: em Inglês e Estudos Religiosos. Ele já falou sobre sofrer bullying na adolescência e como isso tornava a vida dele infeliz.
Depois de se formar na faculdade, Green passou cinco meses trabalhando como estagiário em um hospital pediátrico enquanto estava matriculado na "University of Chicago Divinity School" (embora ele nunca tenha comparecido às aulas). Ele tinha planos de se tornar um padre episcopal, mas a experiência de trabalhar em um hospital com crianças sofrendo de doenças com risco de vida o inspirou a ser um autor, e há escrever alguns anos depois  A culpa é das estrelas.
Ele viveu muitos anos em Chicago, onde trabalhou para o jornal Booklist como assistente de publicação e editor de produção, enquanto escrevia Quem é você, Alasca. Trabalhando lá, ele revisou centenas de livros, particularmente ficção e livros sobre o Islã ou gêmeos siameses. Ele também foi um crítico de livros para o The New York Times Book Review e escritor para NPR e outra rádio menor de Chicago. Green morou em Nova York por dois anos enquanto sua esposa fazia faculdade.

As lições de vida em  alguns dos livros John Green

1. Quem é você, Alasca?

É sobre Miles, um garoto entediado que decide estudar em um colégio interno. Lá ele faz vários amigos, entre eles a misteriosa e sedutora Alasca, que vai envolvê-lo em coisas que ele jamais imaginaria.

O que ensina?

O livro mostra que a amizade é a coisa mais valiosa da vida. E que, mesmo não estando ao seu lado fisicamente, alguém com quem você dividiu bons momentos sempre estará por perto, mesmo depois de partir. 
2. Cidades de Papel

Quentin tem um amor platônico por Margo, sua vizinha. Ela é uma garota superpopular e ele, mais um nerd da escola. Os caminhos dos dois acabam se cruzando e ele descobre que ela é muito mais complexa do que ele imaginava.

O que ensina?

Que não podemos criar expectativas em cima de pessoas, e nem idealizá-las à nossa maneira. E mais: o que nós pensamos sobre alguém, mostra muito mais sobre nós mesmos, o que queremos e o que esperamos do que sobre a pessoa em si. 

3. A Culpa é das Estrelas

O livro conta a história de Hazel e Augustus, dois jovens com câncer que se encontram em um Grupo de Apoio e começam uma relação muito intensa. É o livro de ficção mais vendido no Brasil nos últimos tempos.

O que ensina?

A história ensina que amor existe sim, mas que não é igual um conto de fadas como sempre queremos que seja. Ele ainda mostra que é possível ser feliz com alguém mesmo que isso não signifique um felizes para sempre.
4. Teorema Katherine

Conta a história de Colin, um garoto que já levou foras de várias namoradas, por coincidência todas chamadas Katherine. Ele decide  criar um teorema matemático para prever as chances de um relacionamento dar ou não certo! Hahaha

O que ensina?

É um livro que te mostra que nem sempre as coisas acontecem exatamente do jeito como queremos. Além disso, ele te lembra de que nem tudo é perfeito e não podemos nos prender demais a uma ideia, tudo sempre está mudando. 


 Apaixonadas por Palavras,ou melhor Apaixonadas por John Green!!!